Por que registrar a chuva no mesmo sistema do monitoramento
O pluviômetro costuma ter um caderno próprio, ou uma planilha que só o gerente atualiza. Quando o agrônomo precisa da chuva para entender o aumento de ferrugem ou para decidir se reaplica, a informação está em outro lugar, ou não está. Com a chuva no CampoRaiz, ela aparece no mesmo mapa e na mesma ficha do talhão que as pragas, e no relatório de monitoramento.
Como se lança
No app, no campo
Em Lançar → Chuva, o técnico ou o gerente escolhe o pluviômetro (o app sugere o mais próximo), confere a data e digita os milímetros num teclado numérico grande, feito para usar no sol. Sem sinal, o lançamento entra na fila e sobe depois, como tudo no app offline.
No portal, pelo escritório
Se a leitura chega por telefone ou por mensagem, o escritório lança no portal, na tela de Chuva, com o mesmo resultado.

O que você vê depois
- Por fazenda: a chuva das últimas 24 horas, dos últimos 7 dias e o acumulado da safra.
- Por pluviômetro e por talhão, numa tabela com os mesmos três números.
- O gráfico dos últimos dias, para ver a sequência de chuvas.
- A camada de chuva no mapa, com o acumulado dos 7 dias por talhão.
- A chuva na ficha do talhão, ao lado da última visita.
Organize a chuva das fazendas da sua carteira num lugar só.
Testar grátisChuva e decisão de aplicação
Chuva logo depois da aplicação pode exigir reaplicação, conforme o produto. Chuva contínua favorece doenças fúngicas e atrasa a entrada no talhão. Com a chuva registrada junto do monitoramento, o agrônomo tem o histórico para decidir sem depender da memória de ninguém, e o produtor vê no relatório a chuva acumulada da safra e a chuva desde a última visita.
O dono também acompanha
A chuva é uma das telas mais abertas pelo dono da fazenda. No app do produtor, ele vê o acumulado de cada fazenda, mesmo sem sinal.
